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O esforço para ser leve, positiva e feliz!

08 de Dezembro de 2017 | Blogs Antigos

“Ser leve, feito um grão
De areia ou semente
Simplesmente, quando
O chão estiver aberto
Ser sirene e ser silêncio,
Alto, calmo, vasto e quieto
Sendo sábio o suficiente
Pra saber ser nuvem de cimento
Quando o céu for de concreto”

(Ser Leve, Juliano Holanda)

 

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Na mesma toada da despedida do ano, costumamos fazer um pout pourri das lembranças boas e ruins com as expectativas e projeções para o próximo ano. Precisamos dessa mistura e desse mexe e remexe – pelo menos não conheço ninguém que lá dentro de si não faça esse exercício.

E aí, dependendo do que marcou mais, tomamos posse dos melhores desejos para o próximo ano (porque o que passou foi bom ou porque temos certeza da nossa capacidade de superação) ou entramos com o pé atrás (porque o que passou foi bom demais para ser verdade ou porque ainda não superamos nossas dores ou tristezas).  

Parece fácil escolher e prosseguir firme na atitude positiva. Muito pelo contrário! É um desafio grande e persistente viver com leveza. As preocupações e a resolução de problemas parecem alimentar nosso “ego do somos essenciais e fortes”. Afinal, não parece normal nos sentirmos bem por muito tempo, pois soa conformismo ou inocência.

De natureza positiva (e sagitariana), recebi um texto nesta semana, o qual tive forte identificação de crença, intitulado “Sobre os felizes”, da escritora Socorro Acioli. Querida autora, eu não a conheço, mas também acredito que Os Felizes “têm em comum a generosidade. Mais que isso: eles têm prazer em ajudar, dividir, doar. Ajudam com um sorriso imenso no rosto, com desejo verdadeiro e sentem-se bem o suficiente para nunca relembrar ou cobrar o que foi feito e jamais pedir algo em troca”. 

Concordo que "os felizes costumam oferecer ajuda antes que se peça. Ficam inquietos com a dor do outro, querem colaborar de alguma maneira. São sensíveis e identificam as necessidades alheias mesmo antes de receber qualquer pedido. Os felizes, sobretudo, doam o próprio tempo, suas horas de vida, às vezes dividem o que têm, mesmo quando é muito pouco”.

Noto que "os felizes vibram tanto com o sorriso alheio que parece um contágio. Eles costumam dizer: estou tão contente como se fosse comigo. Talvez seja um segredo de felicidade, até porque os infelizes fazem o contrário. Tratam rapidamente de encontrar um defeito no júbilo do outro, ou de ignorar a boa nova que acabaram de ouvir. E seguem infelizes”.

E por fim, os felizes se aceitam. E com isso, aceitam o outro, com todas as suas imperfeições. “Sim, eles sabem ouvir. Sabem opinar sem diminuir e sabem a hora de calar. Sobretudo, sabem rir do jeito de ser de seus amigos. Sorrir é uma forma sublime de dizer: amo você e todas as suas pequenas loucuras e imperfeições”.

No post de hoje do Para Fazer o Bem, que perdurará sobre o dia de minha próxima primavera, o que fica é o esforço para ser leve, positiva e feliz! E um forte desejo para todos: que possamos ser felizes e tudo o mais que isso significa ao procurarmos o exemplo das pessoas positivas!

 

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