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A comunicação assertiva é a chave para a conexão entre professor e alunos

23 de Outubro de 2018 | Educação Emocional
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Foto: Pixabay

 

Por Danielle Gomes

A forma como nos comunicamos faz toda a diferença em nossos relacionamentos. Precisamos estar atentos ao estilo de comunicação que utilizamos em nossas interações. É importante garantir uma comunicação assertiva, clara, direta e positiva.

Muitas vezes supomos o que o outro está pensando, sentindo ou necessitando. Procure não julgar ou rotular e sim, entender o que está acontecendo. Deste modo você é capaz de identificar as necessidades que estão por trás dos comportamentos.

O comportamento que a criança utiliza, muitas vezes é a solução que ela encontrou para lidar com determinada situação e que, de alguma forma, sendo apropriada ou não, está funcionando. A curiosidade nos leva a conhecer as coisas sem julgamentos e crenças.

Utilize as perguntas e a curiosidade para promover a conexão e melhorar a comunicação. Quando verificamos e deixamos de supor, descobrimos o que realmente o outro está pensando e sentido sobre os problemas e questões que o afetam.

Em lugar de julgar, rotular, criticar e desqualificar os sentimentos da criança estabeleça um diálogo reflexivo, uma escuta verdadeira e o acolhimento das emoções. A comunicação assertiva proporciona uma maior conexão na relação, pois gera empatia e compreensão.

Ao validar os sentimentos da criança, praticando uma escuta ativa, você poderá ajudá-la a buscar novas soluções. Ser compreensivo não significa ser permissivo ou concordar, mas possibilita que juntos possamos encontrar novas soluções e alternativas.

Ao invés de falar o que não quer que a criança faça, experimente falar o que quer que ela faça. Experimente substituir as ordens pelas perguntas. Mandar geralmente cria resistência fisiológica no corpo. A mensagem que é enviada para o cérebro é: resista. Quando utilizamos as perguntas, a mensagem enviada é: busque uma resposta.

Somos mais efetivos em nossa comunicação quando damos instruções claras, positivas e específicas, falando o que queremos que elas façam, ao invés de falar o que não queremos. Estudos já indicaram que as crianças não processam facilmente as negativas.

A pergunta estimula a nos concentrarmos em soluções para os problemas. Ouça com empatia, acolhendo o sentimento, sem julgamento. Transmita paciência em ensinar. Procure entender a intenção que está por trás do comportamento da criança. Quando olhamos para os fatos sem o julgamento, conseguimos enxergar as coisas como elas realmente são.

Você tem sentido que precisa repetir várias vezes as instruções e mesmo assim não se sente ouvido? Acredita que sua comunicação não está gerando os resultados esperados? Pode ser que você precise avaliar a forma como está se comunicando. Longos discursos e sermões, não costumam ser eficientes.

Procure reduzir suas palavras, sendo mais objetivo e estimulando a cooperação. A comunicação se estabelece melhor em momentos de tranquilidade, leveza e descontração. Isso faz com que o outro esteja mais receptivo e pronto a aprender. A comunicação é a chave para se estabelecer uma maior confiança e conexão nas relações.

 

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