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Sem muros

29 de Janeiro de 2018 | Corrente do Bem

Por Luciana Ackermann

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Victor Curi/Divilgação

 

Refugiados e Imigrantes da Venezuela, da República Democrática do Congo, do Haiti, da Nigéria, da Síria e de Cuba dão aulas de idiomas como uma forma de geração de emprego e renda. Eles fazem parte do projeto Abraço Cultural criado em 2015, presente em São Paulo e no Rio de Janeiro. Com material didático e método de ensino próprios, o grupo oferece aulas regulares de francês, inglês, espanhol e árabe. Além dos idiomas, o Abraço Cultural propicia a troca de experiências culturais com  os professores de diferentes origens, que trazem histórias da terra deles, músicas, filmes, culinária, arte, história, política e festas típicas. O Abraço Cultural foi organizado pela plataforma Atados – Juntando Gente Boa e conta com uma equipe de voluntários de áreas multidisciplinares: pedagogos, administradores e comunicadores, entre outros profissionais. www.abracocultural.com.br. Há diferentes apoiadores como Consulado da França, em São Paulo, e Cáritas, no Rio. Na capital fluminense, também há professores da Gâmbia e do Marrocos.

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