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Como gerenciar o excesso de amor das famílias? (Parte 2)

08 de Junho de 2017 | Pai tem que fazer de tudo
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Foto: Pixabay

Olá! Tudo bem? Estou que de volta para dar continuidade ao post anterior, em que toquei em um ponto delicado e que muita gente tem medo de conversar pelo risco de magoar as pessoas que amam. Tudo que escrevi é baseado em situações que passamos lá em casa e por diversas interações pelas redes sociais e pessoalmente.

Reforço, este post é apenas uma alerta para gerar uma reflexão sobre como é importante o casal se unir e aprender com os acertos e erros antes e após a chegada dos filhos. A ideia não é isolar a família, pelo amor de Deus. Mas o casal precisa viver o momento com intensidade. Aprender, errar, acertar!

Um ponto bacana e importante é o dia da maternidade. Arrumar a bolsa, a mulher se cuidando e relaxando (dentro do possível) e o pai ali. Tem que ficar pronto e curtir o momento ao lado da sua esposa. Mãe, traga pra perto o papai, ou melhor: papai não fique esperando... esqueça tudo e se concentre neste momento especial. Cuide você da bolsa da sua esposa e compartilhe a organização das coisinhas do pequeno. Vocês dois...

Depois do momento especial, tudo deu certo ou precisarão passar pelo menos uma noite no hospital, mesmo com toda a falta de experiência, pai e mãe juntos no quarto do hospital. Mesmo com as vovós querendo ficar para dormir (eu entendo demais). Mamãe cansada e papai ali pronto para viabilizar a mamada e limpar muitos mecônios. Vai ser uma noite puxada, mas que irá fortalecer o casal. Será assim por um bom tempo. É o momento de vocês: pai e mãe. Mesmo com todo o medo, mas vocês não têm saída e são capazes.

Ah! Faça amizade com as enfermeiras de plantão, rsrsrs! Qualquer dúvida mais boba que tiverem, é só chamá-las.

Vocês terão diversos desafios juntos e precisarão tomar decisões juntos, mesmo com conselhos e carinho de todos. Falei de um cenário da maternidade, mas que pode ser um capítulo diferente ou um contexto onde a essência será a mesma!

Viva o casal! Viva os filhos! Viva as famílias!